
O que se passa com o PT na eleição para prefeito de Porto Alegre?
É simples. Maria do Rosário venceu as prévias do PT para sair candidata derrotando todas as cabeças coroadas do partido - de Tarso Genro a Olívio Dutra, de Miguel Rossetto a Dilma Rousseff. E na prática foi abandonada por todas elas. Ninguém está suando a camisa por Maria do Rosário.
No passado, o PT se aliou a muitos partidos para disputar a eleição. Dessa vez está só - ou quase. Coligou-se com três partidecos. Ficou com pouco tempo de televisão. Maria do Rosário não empolgou a militância até aqui. E seu discurso cheira à velharia. Bem, e tem a Manuela, candidata do PC do B.
Manuela faz a diferença - toda a diferença. O PC do B não tem força no Rio Grande do Sul, jamais teve. Mas atraiu o apoio de meia dúzia de partidos, conseguiu o segundo maior tempo de propaganda eleitoral e sua candidata faz um discurso que não assusta ninguém - pelo contrário.
O adversário mais perigoso para o prefeito José Fogaça, candidato do PMDB à reeleição, é de longe Manuela. O PT votará em peso nela se Maria do Rosário ficar de fora do segundo turno. Fatia expressiva do eleitorado de Manuela não votaria em Maria do Rosário no segundo turno para derrotar Fogaça.
É por isso que Manuela está na berlinda. No rádio e na televisão, apanha de Fogaça e de Maria do Rosário. Responde aos ataques aqui e acolá - na maioria das vezes de forma indireta. E vai levando a campanha na base do "Eu sou roxa de amor por Porto Alegre". Está dando certo.
É candidata a virar o fenômeno das eleições deste ano nas capitais. Não pelo número de votos que possa amealhar caso derrote Maria do Rosário e Fogaça. Mas pela velocidade de sua carreira política.
Foi eleita vereadora com uma votação recorde. Largou o mandato pelo meio e se elegeu deputada federal - de novo com votação recorde. Menos de dois anos depois, pode levar a prefeitura de Porto Alegre.
É simples. Maria do Rosário venceu as prévias do PT para sair candidata derrotando todas as cabeças coroadas do partido - de Tarso Genro a Olívio Dutra, de Miguel Rossetto a Dilma Rousseff. E na prática foi abandonada por todas elas. Ninguém está suando a camisa por Maria do Rosário.
No passado, o PT se aliou a muitos partidos para disputar a eleição. Dessa vez está só - ou quase. Coligou-se com três partidecos. Ficou com pouco tempo de televisão. Maria do Rosário não empolgou a militância até aqui. E seu discurso cheira à velharia. Bem, e tem a Manuela, candidata do PC do B.
Manuela faz a diferença - toda a diferença. O PC do B não tem força no Rio Grande do Sul, jamais teve. Mas atraiu o apoio de meia dúzia de partidos, conseguiu o segundo maior tempo de propaganda eleitoral e sua candidata faz um discurso que não assusta ninguém - pelo contrário.
O adversário mais perigoso para o prefeito José Fogaça, candidato do PMDB à reeleição, é de longe Manuela. O PT votará em peso nela se Maria do Rosário ficar de fora do segundo turno. Fatia expressiva do eleitorado de Manuela não votaria em Maria do Rosário no segundo turno para derrotar Fogaça.
É por isso que Manuela está na berlinda. No rádio e na televisão, apanha de Fogaça e de Maria do Rosário. Responde aos ataques aqui e acolá - na maioria das vezes de forma indireta. E vai levando a campanha na base do "Eu sou roxa de amor por Porto Alegre". Está dando certo.
É candidata a virar o fenômeno das eleições deste ano nas capitais. Não pelo número de votos que possa amealhar caso derrote Maria do Rosário e Fogaça. Mas pela velocidade de sua carreira política.
Foi eleita vereadora com uma votação recorde. Largou o mandato pelo meio e se elegeu deputada federal - de novo com votação recorde. Menos de dois anos depois, pode levar a prefeitura de Porto Alegre.
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