
Artigo de autoria do Professor na FAP e Defensor Público, Marcos Antônio Siqueira da Silva
INTRODUÇÃO
Neste 19 de dezembro de 2008 realizou-se a confraternização de Natal da Banca do Louro, a partir das 19 horas, com a participação dos freqüentadores habituais deste ponto de convergência de parnaibanos.
Enumerá-los e citar-lhes os nomes é temerário, porque um esquecimento pode melindrar o esquecido, razão pela qual é de bom alvitre deixar à memória de cada leitor tentar relembrar quem são os freqüentadores assíduos e partícipes da efeméride.
QUAL O OBJETIVO DESTA CONFRATERNIZAÇÃO
Pode parecer absurdo falar sobre o objetivo de uma confraternização de natal, pois o próprio nome o diz: festejar o natal, os valores cristãos, reforçar os laços de amizade, recordar os acontecimentos do ano que se finda e prever os do ano que se aproxima.
Mas no caso da reunião da Banca do Louro, há algo mais, um tanto intangível, indefinido, que flui sobre os participantes presentes, sem ser percebido de forma concreta, mas sentido de modo inequívoco.
A maioria dos participantes, quase a unanimidade, sequer se freqüentam em suas residências durante o ano que se finda, e somente se encontram lá, na Banca do Louro. Mas isso é o bastante para que todos participem da arrecadação dos recursos para a aquisição dos refrigerantes, das cervejas e dos salgados, ficando na expectativa do dia – ainda que alguns se esqueçam e precisem ser lembrados de véspera ou, mesmo, no dia aprazado – e dos acontecimentos daquelas poucas horas, nas quais se sentam nos tamboretes e cadeiras conseguidas pelo Louro.
E isso é o auge da confraternização. A roda formada, todos conversando com todos ou com o companheiro do lado, ou, ainda, com o da frente e lado oposto da roda. Saudando aquele que chega e traz mais algum quitute. Rindo daquela piada, seja grosseira (no bom sentido, claro) ou daquela espirituosa. Discordando de uma opinião qualquer, sobre partido político, futebol, o prefeito ou o vereador. Se o Parnahyba vai se reerguer, mais uma vez ou não, e qual a explicação para esse cai e sobe constante.
É um acontecimento, conseqüentemente, e que já entrou para os hábitos dos participantes, que o divulgam e ampliam, convidando outros a participarem, sem distinção de idade, pois lá estão o jovem, o de meia-idade, o idoso. É com muita honra que participo deste encontro anual, e participarei sempre que me chamarem, ou tiver ocasião de ir.
CONCLUSÃO
Este encontro anual da Banca do Louro deveria ser replicado em outros pontos da Parnaíba, tornando o Natal esta ocasião de agregação social e valorização da dignidade do ser humano, propiciando a convivência pacífica na sociedade que sempre está a demonstrar uma falta de valores éticos sólidos. Nada melhor para valorizar a Ética – querer para os outros o mesmo que se quer para si – do que conviver com os outros, sentir as diferenças, as afinidades. Parabéns àqueles que fazem da Banca do Louro esse ponto de solidariedade, confraternização e amizade forte e duradoura.
INTRODUÇÃO
Neste 19 de dezembro de 2008 realizou-se a confraternização de Natal da Banca do Louro, a partir das 19 horas, com a participação dos freqüentadores habituais deste ponto de convergência de parnaibanos.
Enumerá-los e citar-lhes os nomes é temerário, porque um esquecimento pode melindrar o esquecido, razão pela qual é de bom alvitre deixar à memória de cada leitor tentar relembrar quem são os freqüentadores assíduos e partícipes da efeméride.
QUAL O OBJETIVO DESTA CONFRATERNIZAÇÃO
Pode parecer absurdo falar sobre o objetivo de uma confraternização de natal, pois o próprio nome o diz: festejar o natal, os valores cristãos, reforçar os laços de amizade, recordar os acontecimentos do ano que se finda e prever os do ano que se aproxima.
Mas no caso da reunião da Banca do Louro, há algo mais, um tanto intangível, indefinido, que flui sobre os participantes presentes, sem ser percebido de forma concreta, mas sentido de modo inequívoco.
A maioria dos participantes, quase a unanimidade, sequer se freqüentam em suas residências durante o ano que se finda, e somente se encontram lá, na Banca do Louro. Mas isso é o bastante para que todos participem da arrecadação dos recursos para a aquisição dos refrigerantes, das cervejas e dos salgados, ficando na expectativa do dia – ainda que alguns se esqueçam e precisem ser lembrados de véspera ou, mesmo, no dia aprazado – e dos acontecimentos daquelas poucas horas, nas quais se sentam nos tamboretes e cadeiras conseguidas pelo Louro.
E isso é o auge da confraternização. A roda formada, todos conversando com todos ou com o companheiro do lado, ou, ainda, com o da frente e lado oposto da roda. Saudando aquele que chega e traz mais algum quitute. Rindo daquela piada, seja grosseira (no bom sentido, claro) ou daquela espirituosa. Discordando de uma opinião qualquer, sobre partido político, futebol, o prefeito ou o vereador. Se o Parnahyba vai se reerguer, mais uma vez ou não, e qual a explicação para esse cai e sobe constante.
É um acontecimento, conseqüentemente, e que já entrou para os hábitos dos participantes, que o divulgam e ampliam, convidando outros a participarem, sem distinção de idade, pois lá estão o jovem, o de meia-idade, o idoso. É com muita honra que participo deste encontro anual, e participarei sempre que me chamarem, ou tiver ocasião de ir.
CONCLUSÃO
Este encontro anual da Banca do Louro deveria ser replicado em outros pontos da Parnaíba, tornando o Natal esta ocasião de agregação social e valorização da dignidade do ser humano, propiciando a convivência pacífica na sociedade que sempre está a demonstrar uma falta de valores éticos sólidos. Nada melhor para valorizar a Ética – querer para os outros o mesmo que se quer para si – do que conviver com os outros, sentir as diferenças, as afinidades. Parabéns àqueles que fazem da Banca do Louro esse ponto de solidariedade, confraternização e amizade forte e duradoura.