
Artigo de autoria do Jornalista Jânio Pinheiro de Holanda
Passaram-se as festas comemorativas alusivas à entrada do novo ano, que iniciou no último dia 1º de janeiro, os brasileiros imbuídos de sonhos e espíritos otimistas voltaram à realidade do cotidiano, onde as barreiras e os percalços são constantes na vida do cidadão comum do nosso país. Apesar de a televisão anunciar os efeitos da crise que nos cerca mundo afora “os tupiniquins” saíram às compras e festejaram sem medo de serem felizes o advento do ano de 2009.
E a conta quem paga? É uma dolorosa interrogação. No entanto, a maioria do povo brasileiro vive às turras por causa de dívidas que - podemos assim, dizer - impagáveis, porque estão sempre sendo renovadas e empurradas com a barriga. Não é à toa que as financeiras e empresas de cartões de créditos estão nadando em dinheiro, em cima de acordos de débitos parcelados com os seus credores, que para arcarem com estes compromissos vendem o que tem e tomam emprestado dinheiro aos agiotas de plantão, além de se endividar com empréstimo bancário.
Mesmo com a crise financeira internacional, alguém que não acompanha o noticiário jamais perceberá ao passear pela orla marítima de Copacabana, no Rio de Janeiro, que o país se encontra à beira de uma recessão. Milhares de pessoas endividadas até o pescoço fazem questão de gastar o que for necessário apenas para ter o prazer de passar as festas da melhor maneira possível, mesmo que isto signifique contas bancárias no negativo e pagamento de juros estratosféricos no cartão de crédito.
A correria se alastra pelos aeroportos, estradas e estações de trens em toda parte com gente ou fugindo do frio para um canto quente mundo afora ou viajando para passar com a família que mora em outra cidade ou no exterior. Os que vão receber convidados preparam a decoração da casa e a comida a ser servida é comprada em supermercados com cartões de créditos.
No Piauí, a maioria das pessoas passou o Réveillon no litoral de Luis Correia e outros se organizaram em festas privadas, em clubes, restaurantes, discotecas e casas de festas. Logo depois da meia-noite, ao som de alguma música chatérrima e cafona tipo: “Este ano quero paz no meu coração”, os momentos de transe foram até o raiá do dia.
A verdade é que o pessoal mais jovem não passou o Réveillon em casa com os pais, mas preferiu se esbaldar junto com os amigos. Portanto, e de volta a realidade, vamos esperar que após os excessivos gastos com as festas de natal e ano novo não seja necessário à contratação de um psicólogo para assistir alguns devedores, para entender e ajudar a recuperá-los do descontrole financeiro.
Passaram-se as festas comemorativas alusivas à entrada do novo ano, que iniciou no último dia 1º de janeiro, os brasileiros imbuídos de sonhos e espíritos otimistas voltaram à realidade do cotidiano, onde as barreiras e os percalços são constantes na vida do cidadão comum do nosso país. Apesar de a televisão anunciar os efeitos da crise que nos cerca mundo afora “os tupiniquins” saíram às compras e festejaram sem medo de serem felizes o advento do ano de 2009.
E a conta quem paga? É uma dolorosa interrogação. No entanto, a maioria do povo brasileiro vive às turras por causa de dívidas que - podemos assim, dizer - impagáveis, porque estão sempre sendo renovadas e empurradas com a barriga. Não é à toa que as financeiras e empresas de cartões de créditos estão nadando em dinheiro, em cima de acordos de débitos parcelados com os seus credores, que para arcarem com estes compromissos vendem o que tem e tomam emprestado dinheiro aos agiotas de plantão, além de se endividar com empréstimo bancário.
Mesmo com a crise financeira internacional, alguém que não acompanha o noticiário jamais perceberá ao passear pela orla marítima de Copacabana, no Rio de Janeiro, que o país se encontra à beira de uma recessão. Milhares de pessoas endividadas até o pescoço fazem questão de gastar o que for necessário apenas para ter o prazer de passar as festas da melhor maneira possível, mesmo que isto signifique contas bancárias no negativo e pagamento de juros estratosféricos no cartão de crédito.
A correria se alastra pelos aeroportos, estradas e estações de trens em toda parte com gente ou fugindo do frio para um canto quente mundo afora ou viajando para passar com a família que mora em outra cidade ou no exterior. Os que vão receber convidados preparam a decoração da casa e a comida a ser servida é comprada em supermercados com cartões de créditos.
No Piauí, a maioria das pessoas passou o Réveillon no litoral de Luis Correia e outros se organizaram em festas privadas, em clubes, restaurantes, discotecas e casas de festas. Logo depois da meia-noite, ao som de alguma música chatérrima e cafona tipo: “Este ano quero paz no meu coração”, os momentos de transe foram até o raiá do dia.
A verdade é que o pessoal mais jovem não passou o Réveillon em casa com os pais, mas preferiu se esbaldar junto com os amigos. Portanto, e de volta a realidade, vamos esperar que após os excessivos gastos com as festas de natal e ano novo não seja necessário à contratação de um psicólogo para assistir alguns devedores, para entender e ajudar a recuperá-los do descontrole financeiro.