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| Edilson Garcez | Foto: Gilson Brito - Acesso343 |
No final do ano de
2012, mais precisamente dia 12 de dezembro, o Acesso343 publicou uma
matéria que mostrava que o time do Inter que é comandado por
Edilson Garcez havia publicado no blog do time o seu novo escudo, que
na verdade não passa de uma cópia do escudo da equipe de futebol
australiana do Sydney Football Club sediado na cidade de Sydney e
fundado em 2004.
A matéria “Novo
escudo do time de futsal do Inter é uma cópia de uma equipe
australiana” pode ser conferida no seguinte link:
http://www.acesso343.com.br/2012/12/novo-escudo-do-time-de-futsal-do-inter.html.
Agora a atleta Poliana
Rafaela Irleu enviou a imprensa parnaibana o relato do que seria um
golpe do dirigente de futsal Edilson Garcez.
Veja abaixo a denúncia
da atleta:
Mais
um Golpe em Parnaíba! Edílson Garcez!
Ola, tudo bem? Leiam
com atenção, por favor!
Há mais de dez anos
anos pratico esporte, jogando futsal especificamente. Muitas
alegrias, tristezas e até frustrações já vivi. Pois é claro, o
mundo do esporte é assim, ou você perde ou ganha. Mas o que nunca
um atleta espera ou mesmo uma pessoa que nem seja esportista, é que
alguém apareça, pega os teus sonhos, teus projetos e planos, e te
iluda.
Meu nome é Poliana
Rafaela Alves Irleu, tenho 26 anos, sou mineirinha e como já disse
"chuto bola" para ganhar a vida. Até o ano passado defendi
a equipe da Unesc/Criciuma. Onde me dediquei por mais de 4 anos,
sendo Bi Campeã Catarinense e Brasileira dos Jogos Universitários 3
Lugar da Liga Nacional Feminina, Vice Campeã Catarinense e da Taça
Brasil de Clubes da Divisão Especial. (triunfos conquistados dentro
deste 4 anos,neste clube)
Este ano fiquei a
disposição de outros clubes que estivessem interessados a
contratação. Em algumas propostas recebi a ligação de Edison
Garcez, me convidando para integrar a equipe de Inter de Parnaíba
por estar há bastante tempo jogando campeonatos a nivel nacional,
não havia escutado sobre esta equipe. Mas Edílson me garantiu que
eles teriam uma participação na Liga Nacional e que estava
contratando outras meninas. Confesso que só ai me interessei, pois
ainda queria ter visibilidade no cenário nacional e boas atletas
para compor um time competitivo.
Desde do inicio de
janeiro nos falávamos por celular e internet. Até que juntamente
com uma amiga do meu ex-clube, a Renata Machado, fechamos a
contratação. Ainda meu irmão, Matheus Irleu, foi junto com a
proposta de trabalhar na parte de divulgação da equipe. Meu
contrato foi fechado para o ano de 2013 no valor de 1.900 reais,mais
moradia e hospedagem,passagens e alimentação por conta da
Associação Inter de Parnaíba. Além de uma bolsa de estudo que não
esta no contrato, mas ele me garantiu que eu não ficaria sem
estudar, porque eu disse que isso era prioridade. Ele também nos
garantiu que havia patrocínio da Prefeitura, Chevrolet, Correios e
Ótica Diniz. Fora patrocínio de padaria, sacolão e afins.
Continuamos a conversar
e Edílson Garcez pediu que eu estivesse dia 27 de janeiro para poder
jogar. Eu disse que tudo bem. Porém ele deveria depositar na minha
conta o dinheiro para a viagem. Como tenho um beneficio familiar
aéreo e consigo baixar os valores das viagens, disse a ele o valor
da viagem juntamente com meu irmão, ficaria em um total de 600
reais. Ele entrou em contato comigo e garantiu que havia feito o
deposito no dia 23 de janeiro. Quando fui no banco e acessei minha
conta, não havia deposito. Entrei em contato e ele me disse que o
deposito foi feito em cheque por alguém da prefeitura, então
demoraria 2 dias para cair. Como eu precisava ir para jogar, viajei
no dia 26 pela manhã.
Quando estava no
caminho da viagem, percebi que o dinheiro ainda não havia caído na
conta. E logo disse a ele que 600 reais não cobriria a viagem por
problemas que aconteceram. Cheguei em Teresina meia noite e fui pegar
um ônibus para a cidade de Parnaíba as seis da manhã. Mas Edílson
logo me disse que o jogo era em Esperantina, e não tinha como ir pra
la. Então ele me encaminhou para outra cidade, Pirarucura, e com
toda esta confusão passei do local e não consegui chegar a tempo
para jogar. Mas enfim, cheguemos a Parnaíba depois de 24 horas de
viagem.
Ele nos hospedou em uma
pousada, dia 27/01. E nos encaminhou para comer em um restaurante
próximo aonde estávamos hospedados. Meu irmão, eu e a Renata, que
já havia viajado durante 3 dias para chegar a cidade também.
Durante uma semana ficamos dormindo e almoçando por ali, e ainda
Edílson Garcez mandava táxi para que nós pudéssemos chegar aos
locais de treinos e jogos. Depois desta semana, ele nos disse que
tinha uma casa de praia e que ficaria mais acessível financeiramente
para ele. Então concordamos. Pois o local indicado no contratado
para morarmos, não condizia com espaço suficiente.
Fomos para a casa de
praia em Luiz Correa, dia 01/02. E entregamos a ele uma lista de
compras para que nos mesmo cuidasse da parte das refeições. E ainda
ele nos garantiu veículos para que pudéssemos nos locomover ate
Parnaíba.
Então tudo começou a
sair fora do combinado. Primeiro ele suspendeu os treinos para depois
do carnaval, pois nos garantiu que havia fechado contrato com meu
ex-treinador e o trabalho começaria do zero. Ao invés de nos levar
a compra que pedimos, ele nos leva-la "quentinhas" para
almoçar e jantar. Mas o almoço sempre era depois das 14 horas e a
janta depois das 22 horas. E detalhe, não tínhamos cafe da manha e
nem da tarde. Ficávamos um boa parte do tempo sem comer nada. Até
que ele conversou com o Sr. Alberto, que tem um restaurante ao lado.
E começamos a almoçar e a jantar ali, ate que as compras chegassem.
Ainda sem café da manhã e da tarde. Dia 04/02 ele levou uma mini
compra, levou mais algumas coisas do dia 05 e 06/02. Mas era pouca
coisa, tivemos que racionar comida.
Fomos mais uma vez
olhar nossa conta e o dinheiro não estava lá. Fiquei muito nervosa
e pedi uma explicação. Ele me disse que o pessoal da prefeitura que
fez o deposito havia errado, e se não tivesse resolvido o problema
até dia 06/02, dia 07/02 ele daria do bolso dele, a quantia de 800
reais pra mim e 300 para Renata. Pois o dia chegou e nada. Sem
dinheiro e sem comida, começamos a preciona-lo. Foi quando começamos
a descobrir todas as mentiras dele.
Primeiro que a casa não
pertencia a ele, tinha sido alugada. A dona da casa se chama Dona
Dôra e mora em Parnaíba Ele com a cara mais lavada, tinha tido que
a casa era dele e da tia dele. Mas eles não tem parentesco nenhum.
Descobri que o curso que eu estudo nem tem em Parnaíba. Como eu iria
estudar? E que não existia patrocinador nenhum. Mesmo porque é
incoerente ter patrocínio de sacolão e padaria e ele não levar
comida nenhuma. Além do mais não havia fechado com treinador
nenhum.
Chamamos ele para
conversar, e ele confessou que a casa não era dele e que não havia
sido realizado deposito nenhum. Fiquei muito nervosa, chateada
frustrada. Então resolvemos ir embora. A situação foi ficando
tensa, e eu comecei a exigir dele ate a alimentação na viagem.
Porque meu prejuízo chegaria a 1000 reais. Edílson Garcez começou
a passar dos limites e chegou a me ameaçar dizendo que ia resolver
pela justiça ou da forma que precisasse.
Depois disso ele não
falo mais comigo. Dia 09/02 foi nosso ultimo contato. E ele também
não foi mais na casa. O Sr. Alberto levou comida pra gente. Porque
contamos tudo a ele, e com dó nos convidava para tomar café. O pai
da Renata fazia o intermédio das conversas. Ele deu o prazo ate
13/02 as 10 da manhã, para nos dar o dinheiro da passagem de ida e
de volta. Disse ainda que queria resolver de uma forma "amigável",
comprando as passagens no cartão da esposa dele.
Chegou dia 13/02 e
nada. Edílson não apareceu como combinado. Falou com o pai da
Renata que sua esposa estava em um retiro religioso e estava
esperando ela chegar. Peguei a moto de uma amiga que foi levar comida
pra gente e fui ate a casa dele. Como não apago as mensagem do
celular, eu tinha o endereço que ele havia me passado porque
precisava receber um sedex. Fui la e pedi minhas coisas que estavam
com ele, e perguntei sobre a situação. A esposa dele estava em
casa, pois foi ela que nos atendeu. Não tinha nada resolvido. Então
disse a ele que ia embora. Edílson começou a dizer que iria me
processar por rescisão do contrato, com 50% do valor a seu favor, ou
seja, 10 mil reais. Ainda me acusou de ter ido passar ferias as
custas dele. Exaltada, eu disse a ele procurar seus direitos.
Compramos nossas
passagem para casa e retornamos dia 13/02, chegando ontem em casa.
Graças a Deus!
Mas antes de embarcar
no ônibus fui ate a pousada. Mas estava fechada. Então fui ate o
restaurante, e conversei com a proprietária E era o que eu esperava,
ele não pagou nem a POUSADA, nem o RESTAURANTE, nem o Sr. ALBERTO,
nem os TAXISTAS, nem a DONA DÔRA, nem o ALUGUEL DO LOCAL DA SEDE DO
TIME, MUITO MENOS a RENATA, O MATHEUS E EU.
Ou seja, ele não pagou
ninguém.
Sei que tenho culpa
pois eu confiei nele. Mas como disse lá no começo, que nunca um
atleta espera ou mesmo uma pessoa que nem seja esportista, é que
alguém apareça, pega os teus sonhos, teus projetos e planos, e te
iluda. Desde o começo fui sincera, dei minha palavra. E ele ao
contrario, foi desonesto, um canalha.
Ele tem um Blog que
atualiza sempre noticias sobre o time. E apagou o post que havia
feito sobre minha chegada. Mas ele deixou escrito sobre minha viagem
e também a foto da Renata no jogo em Esperantina. Antes que ele
apague, já salvei para não correr o risco que suma novamente. (Esta
em anexo)
Tenho como provar tudo!
Tenho as mensagem via celular que conversamos desde janeiro, tenho
gravações das ligações pelo celular, e a gravação da confissão
dele sobre as mentiras. E fotos de onde ficamos, fotos do jogo que
joguei. Além dos depoimentos das outras pessoas que também foram
lesadas por ele.
- Pousada dos sonhos:
(86) 81156015, (86) 9446 7144 e (86)9980 0120
- Restaurante Aluap:
(86) 9927 8204 e (86) 9463 8021
- Bar e Restaurante O
Alberto: (86) 9407 7289 e (86) 9907 0740
- Verdes Mares Taxi,
motorista Francisco: (86) 9446 7618 e (86) 9959 4571
- Dona Dôra: (86)
9971 6430
- Edílson Garcez:
(86) 9952 1434 (86) 9528 4855 Conjunto Jardim dos Pássaros, Rua dos
Bentivis 5054
O dinheiro que ele nos
deve não é nada comparado aos danos morais e psicológicos que
passamos.
É uma vergonha para o
futsal feminino, para o futsal Piauiense e Brasileiro. É uma
vergonha para Parnaíba! Edílson Garcez, não pode e nem deve ser
representante de equipe nenhuma. Ele é uma vergonha como ser humano.
Espero que isto se
espalhe por sua cidade. E todos conheçam quem é Edílson Garcez.
Obrigada pela atenção.
E espero que isso seja divulgado!
Abraços
Por Poliana Irleu
Por Gilson Brito

