Cinco minutos. Esse é
o tempo estimado para o preenchimento do questionário do Censo do
Judiciário Brasileiro, que começa no próximo dia 26 de agosto
(segunda). O Censo servirá como fonte de dados importante para
avaliar as políticas de recursos humanos já existentes, como a
política de cotas para pessoas com deficiência.
A pesquisa pretende
levantar, sistematizar e analisar as informações pessoais e
funcionais para que seja traçado um perfil dos magistrados e dos
servidores que atuam na Justiça brasileira. Todos os dados
fornecidos serão mantidos em sigilo e os resultados serão
divulgados de forma genérica, sem identificação dos participantes.
Para evitar que a mesma pessoa responda mais de uma vez será pedido
apenas o número do CPF.
Participarão da
pesquisa todos os servidores do Judiciário, desembargadores,
magistrados e servidores, efetivados, comissionados, e cedidos a
outros órgãos do Poder Executivo e Legislativo. Não participarão
estagiários, profissionais terceirizados e servidores requisitados
de outros orgãos.
Apenas informações
agregadas são conhecidas até o momento, como o número total de
magistrados, servidores e trabalhadores terceirizados em cada
tribunal. Nada se sabe, em âmbito nacional e de maneira padronizada,
sobre as características pessoais ou aquelas relacionadas ao seu
trabalho: quantos servidores e magistrados do sexo feminino ou
masculino, quantos são negros, brancos ou indígenas, nem qual é a
idade média dos magistrados e dos servidores, entre outros dados
relevantes.
O Censo permitirá
comparações entre distintos tribunais, facilitando o cotejamento do
perfil dos servidores e magistrados com elementos importantes para o
planejamento das políticas públicas do Poder Judiciário, em nível
nacional.
Ascom TJ/PI
