
Na manhã desta quinta-feira, dia 18, a diretoria executiva da Vegeflora– Extrações do Nordeste Ltda. foi sabatinada em coletiva realizada na sede da unidade da empresa em Parnaíba. O engenheiro civil, Michael Christian Andersen, que é sócio proprietário do Grupo Centroflora e diretor Vegeflora há seis anos explicou à imprensa os últimos acontecimentos repercutidos envolvendo o entrave judicial entre Vegeflora e Merck. “Apenas queremos que a Merck cumpra o contrato de fornecimento da folha do jaborandi, eles pediram um reajuste de quase 100%. Entramos com uma petição para que enquanto essa decisão da justiça não é resolvida eles continuem fornecendo a matéria-prima”, declarou Michael Andersen.
“A interrupção da produção de sais de pilocarpina vai afetar milhões de pessoas que sofre de glaucoma em todo o mundo, já que abastecemos dois terços do mercado mundial”, revelou a gerente de qualidade da empresa, farmacêutica industrial Luciene Costa Vasconcelos. Os sais de pilocarpina extraídos da folha do jaborandi são a matéria-prima para o colírio utilizado no tratamento do glaucoma.
Para o gerente industrial da Vegeflora, químico industrial Paulo Robério Pinho da Silva, todos os colaboradores da empresa foram pegos de surpresa com a notificação do aviso prévio, segundo ele, caso a justiça decida que a Merck deve continuar fornecendo o jaborandi mesmo enquanto corre em outra instância a decisão dos valores do contrato o aviso prévio dos funcionários será cancelado. “A Merck é a única que pode plantar e vender o jaborandi cultivado e nós somos a única empresa que pode comprar, não entendemos essa postura da multinacional alemã”, disse Robério da Silva.
Segundo os diretores, na tarde desta quarta-feira, dia 17, o presidente da Federação das Indústrias do Piauí, Antônio Jose de Moraes Souza, disse se comprometer com a causa da Vegeflora. O deputado estadual Deusimar Brito se declarou que vai levar a situação da empresa parnaibana para a Assembléia Legislativa. Na manhã desta quinta-feira, o governador Wellington Dias e o prefeito José Hamilton receberam uma comissão formada por colaboradores da Vegeflora e se comprometeram a ajudar no que estiver ao alcance do governo e município.
Matéria: Francisco Brandão
Foto: Gilson Brito
“A interrupção da produção de sais de pilocarpina vai afetar milhões de pessoas que sofre de glaucoma em todo o mundo, já que abastecemos dois terços do mercado mundial”, revelou a gerente de qualidade da empresa, farmacêutica industrial Luciene Costa Vasconcelos. Os sais de pilocarpina extraídos da folha do jaborandi são a matéria-prima para o colírio utilizado no tratamento do glaucoma.
Para o gerente industrial da Vegeflora, químico industrial Paulo Robério Pinho da Silva, todos os colaboradores da empresa foram pegos de surpresa com a notificação do aviso prévio, segundo ele, caso a justiça decida que a Merck deve continuar fornecendo o jaborandi mesmo enquanto corre em outra instância a decisão dos valores do contrato o aviso prévio dos funcionários será cancelado. “A Merck é a única que pode plantar e vender o jaborandi cultivado e nós somos a única empresa que pode comprar, não entendemos essa postura da multinacional alemã”, disse Robério da Silva.
Segundo os diretores, na tarde desta quarta-feira, dia 17, o presidente da Federação das Indústrias do Piauí, Antônio Jose de Moraes Souza, disse se comprometer com a causa da Vegeflora. O deputado estadual Deusimar Brito se declarou que vai levar a situação da empresa parnaibana para a Assembléia Legislativa. Na manhã desta quinta-feira, o governador Wellington Dias e o prefeito José Hamilton receberam uma comissão formada por colaboradores da Vegeflora e se comprometeram a ajudar no que estiver ao alcance do governo e município.
Matéria: Francisco Brandão
Foto: Gilson Brito